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O design thinking, ou design centrado no usuário, é uma das abordagens mais eficazes para quem deseja inovar – seja num produto, processo ou departamento. Isso porque ele consiste em pensar soluções de acordo com as necessidades e desejos do consumidor, partindo da constatação de que toda boa ideia – bom serviço, produto ou negócio – nasce como resposta a um problema.

Essa abordagem está baseada em três pilares: empatia, colaboração e prototipação – ou experimentação.

Se você deseja inovar e/ou está organizando um evento sobre esses temas na sua empresa, continue lendo este conteúdo. O professor e especialista em inovação, Marcelo Pimenta, descomplica o termo e te dá dicas de como fazer o melhor Workshop de Design Thinking do Brasil!

Por que fazer um workshop de design thinking?

  • Para gerar entrosamento entre equipe;

  • Para elaborar planos que funcionam;

  • Para criar e renovar produtos;

  • Para criar e renovar produtos;

  • Para apresentar metas e resultados (e definir a próxima meta);

  • Na verdade, o workshop é uma ferramenta que vai te ajudar a criar o comprometimento necessário para que um grupo de pessoas tenha alinhamento, propósito e clareza de como chegar lá.

O que um workshop de sucesso precisa ter?

  1. Objetivo definido. Sem ele, não tem como medir o sucesso do workshop;
  2. Foco. É importante que o facilitador responsável pelo workshop e os demais participantes se concentrem na atividade. Também precisa ficar claro, no caso do design thinking, se o evento tem como objetivo gerar divergência ou convergência (de acordo com a abordagem duplo diamante, que norteia o processo de design thinking);
  3. Ambiente criativo. É ideal que seja num local amplo, onde seja possível colar cartazes, formar grupos, ter mesas sem braços e móveis, janelas ou paredes amplas. Café e água a vontade também ajuda. Se possível, também ter música e um Datashow para passar vídeos e apresentações.
  4. Roteiro. Além de saber aonde se quer chegar, é essencial definir o melhor caminho. Para isso, contamos com ferramentas visuais que, além de salientar o que é mais importante, expõem as ideias de todos de forma simultânea. Neste contexto, a partir da foto você monta um roteiro, onde define as atividades, as ferramentas, o objetivo e o tempo de cada etapa.
  5. Material de apoio. Provavelmente, você precisará de folhas sulfite, canetinhas, post-its, folhas de flip-chart, fitas adesivas, material de prototipação (revistas, cola, tesouras, papelão, lego, massa de modelar, objetos variados – varia caso a caso).

Quais são as ferramentas visuais mais adequadas?

A seguir, você vai conhecer algumas referências que podem te ajudar a identificar mais as  ferramentas que você utilizar para montar seu roteiro.

Todas podem ser úteis, mas você precisa avaliar caso a caso:

Conteúdos para te inspirar:

David Kelley, Como recuperar a confiança criativa

Tim Brown Conclama os Designers a pensar grande

Clarissa Biolchini, TEDxLaçador – O Modelo Mental do Designer

Escolha um facilitador qualificado

Outro ponto importante para que o seu evento tenha sucesso é a escolha de um facilitador experiente, familiarizado não apenas com o design centrado no usuário, mas também com problemas comuns em pequenas, médias e grandes empresas – caso do empreendedor, consultor, professor e palestrante Marcelo Pimenta.

Menta é um dos pioneiros da Internet no Brasil, com 20 anos de experiência como empreendedor digital. Atua como professor universitário desde 1996; desde 2011, é o responsável pelas disciplinas de Gestão da Inovação e Design Thinking na ESPM/SP. Edita diversos livros e cartilhas sobre empreendedorismo, inovação e modelo de negócios, incluindo o TREM (Trilha de Referência para o Empreendedor), Ferramentas Visuais para Estrategistas e Passo-a-passo para negócios inovadores.

É consultor credenciado ao Sebrae nas áreas de marketing, vendas e negócios, para o qual já desenvolveu mais de uma centena de palestras, workshops e projetos de abrangência nacional e local, em quase todos os estados brasileiros. Também representa o Brasil na Rede Acadêmica NetExplo que, com o apoio da Unesco, identifica, todos os anos, as principais inovações digitais que afetam a sociedade.

Veja a seguir o vídeo em que Marcelo explica sobre o Design Thinking e outros dele em ação!